Coletaki conecta prefeituras, empresas de coleta, recolhedores e cidadãos em uma única plataforma GIS — transformando a operação invisível dos resíduos em dados auditáveis, impacto climático mensurável e conformidade legal nativa.
Um sistema em crise crônica, sob prazos regulatórios ativos e multas cumulativas que ultrapassaram a marca do milhão de reais em 2025.
+ R$ 500 mil em multas do Instituto do Meio Ambiente (IMA/AL) + apreensão de retroescavadeira usada no descarte irregular. O caso viola a PNRS (Lei 12.305/2010 art. 9) e o Novo Marco do Saneamento (Lei 14.026/2020). O prefeito responde subsidiariamente por improbidade administrativa — prazo prescricional de 8 anos (Lei 14.230/2021).
Mapa GIS em tempo real. Áreas autorizadas de descarte publicadas como polígonos. Gestão de denúncias e relatórios MRV.
Rota do dia com navegação. Marcação de contêineres coletados. Modo offline para áreas sem sinal.
Consulta de horários. Programação de coleta especial. Denúncia de vertidos ilegais.
Coletaki transforma a operação diária de resíduos em ativo fiscal, defesa jurídica e conformidade regulatória — com trilha auditável para TCE, MP e ANA.
Prefeituras que adotam Coletaki reduzem risco de improbidade, aumentam repasses estaduais via ICMS Ecológico e preservam acesso a verbas federais condicionadas ao SINISA.
Mapa territorial com rotas, coberturas e denúncias ativas.
Exportação padronizada sem retrabalho da equipe da prefeitura.
Canal institucional bidirecional gratuito para o munícipe.
Cada decisão operacional carimbada com timestamp e responsável.
Emissões evitadas registradas em padrão GHG Protocol / IPCC 2006.
Polígonos oficiais de descarte publicados em mapa aberto ao cidadão.
Aumento de receita e preservação de verbas
Estados como MG, RJ, MS, SP e GO redistribuem parte do ICMS aos municípios que licenciam disposição final adequada. Sistemas sem licenciamento não pontuam.
Adimplência com SINISA é pré-requisito para financiamento federal — FUNASA, BNDES, FEP. Sem preenchimento regular, o município fica travado do repasse.
Evitar multas e responsabilização do gestor
Órgãos ambientais e Ministério Público intensificaram a fiscalização. Multas cumulativas, indenização por danos ambientais e apreensão de equipamentos são hoje realidade.
Descumprimento dos prazos do Novo Marco pode ser enquadrado como improbidade. O prazo prescricional aumentou para 8 anos e alcança o próprio prefeito subsidiariamente.
TCEs exigem cada vez mais indicadores operacionais mensuráveis, não apenas contratos assinados. Sem sistema, a defesa em prestação de contas fica frágil.
Alinhamento com metas e programas nacionais
O Plano Municipal de Gestão Integrada exige indicadores que a maioria coleta manualmente uma vez por ano. Coletaki torna esses indicadores contínuos e verificáveis.
O Novo Marco Legal fixou 99% de água e 90% de esgoto até 31/12/2033. Sem medição contínua, não há como demonstrar progressão anual ao regulador ANA.
O Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões abre acesso a créditos de carbono via redução de emissões em resíduos. Sem MRV auditável, o município fica fora.
Sua prefeitura pode reduzir riscos e capturar receitas hoje.
Para empresas privadas, autarquias municipais e sociedades de economia mista que operam coleta, transporte, transbordo e destinação de resíduos sólidos urbanos.
Operadores que adotam Coletaki competem em licitações de concessão com atestados técnicos robustos, acessam financiamento BNDES Baixo Carbono e monetizam redução de emissões via SBCE.
Ao mesmo tempo, mantêm MTR auditável em todos os estados, cumprem SLAs contratuais (IMR) e reportam ao poder concedente sem retrabalho.
Algoritmos reduzem 15-25% de combustível e desgaste de frota.
SIGOR-SP, INEA-RJ, FEAM-MG, FEPAM-RS e SINIR nacional.
KPIs mensais de cobertura, prazo, densidade, tempo de resposta.
Exportação automática no formato exigido pelo poder concedente.
Emissões evitadas registradas em padrão GHG Protocol para créditos de carbono.
Cada MTR, cada corrida, cada denuncia — timestamp e georreferenciado.
Expansão de mercado e novos contratos
A Nova Lei de Licitações e o Novo Marco do Saneamento obrigam prefeituras a licitar concessões formais. Empresas com rastreabilidade documental e reporte automatizado competem com atestados técnicos robustos e propostas técnicas defensáveis.
O Novo Marco extinguiu contratos de programa e obrigou concessão precedida de licitação. Contratos-padrão passaram de 5-10 anos para 30 anos, com investimento e planejamento de longo prazo.
Capital, subsídios e novas receitas
Linha específica para compactadores de lixo, caminhões-coletores, veículos elétricos/híbridos, biometano. Taxas subsidiadas com participação BNDES de 0,95% ao ano para MPMEs no norte/nordeste.
Redução de emissões operacionais — rotas otimizadas, aterros bem geridos, biometano, compostagem — gera créditos vendáveis no mercado regulado brasileiro. MRV auditável é pré-requisito.
Evitar multas e suspensão de licenças
O Manifesto de Transporte de Resíduos é obrigatório desde 01/01/2021 para toda movimentação fora da área do gerador. Sistemas estaduais (SIGOR-SP, INEA-RJ, FEAM-MG, FEPAM-RS, IMA-SC) integram ao SINIR nacional.
Descumprimento sistemático de MTR ou de rastreabilidade ativa suspensão da licença de operação. Sem licença, a empresa não pode operar — nem faturar. Trilha auditável contínua é a defesa técnica.
Medição, reporte e cumprimento de SLA
Contratos de concessão modernos incluem Instrumento de Medição de Resultado — parte do pagamento vinculada a KPIs mensais (cobertura, prazo, densidade, tempo de resposta). Sem medição contínua, glosas escalam.
Empresas de saneamento devem preencher ANA, SINIR federal e sistemas estaduais periodicamente. Manual = horas-homem, atrasos e erros. Descumprimento gera multas contratuais e regulatórias silenciosas.
Sua operação pode ganhar contratos, capital e proteção regulatória.
Coletaki oferece um app público gratuito para cidadãos e uma ferramenta operacional para recolhedores autônomos e cooperativas de catadores organizados na cadeia da PNRS.
O cidadão brasileiro tem direito constitucional a saber para onde vão seus resíduos. Coletaki torna esse direito real via app pública gratuita.
O catador, por sua vez, é ator prioritário da PNRS. Coletaki dá ao recolhedor autônomo e à cooperativa a mesma ferramenta profissional que as grandes empresas privadas têm.
Consulta o dia e horário da coleta na sua rua, com notificação de mudanças.
Vertidos ilegais denunciados com trilha auditável enviada à prefeitura.
Programação de retirada de grandes objetos, poda ou RCC direto no app.
Navegação do dia funciona mesmo em áreas sem sinal.
Registra cada ponto coletado com fotografia e georreferenciamento.
Km percorridos, volume coletado e horas trabalhadas ao final do dia.
Participação e direitos assegurados
O cidadão tem direito a saber onde e como seus resíduos são tratados. A Constituição e a Lei de Acesso à Informação garantem transparência sobre serviços públicos.
Denúncias verbais ou via 156 se perdem. Coletaki formaliza cada denúncia com foto, geolocalização e timestamp — encaminhada automaticamente ao gestor municipal.
O cidadão deixa de ser passivo. A PNRS estabeleceu corresponsabilidade compartilhada — mas sem canal funcional, o direito não existe na prática.
Reconhecimento formal e ferramenta profissional
A PNRS priorizou catadores organizados em cooperativas como atores da cadeia. Ferramenta operacional é pré-requisito para acessar contratos e financiamento.
Recolhedores autônomos e catadores raramente têm acesso a software de logística. Coletaki fornece navegação, marcação e relatórios de graca com registro na cooperativa.
Cooperativa com histórico documentado tem base concreta para pleitear contratos municipais, créditos e programas de fomento estadual.
O app cidadã é e sempre será gratuito.
Obrigatoriedade de PMGIRS, encerramento de lixões e coleta seletiva.
Diretrizes com metas até 2033 e prestação de contas estruturada.
Mercado regulado de carbono. Operadores acima de 10.000 tCO₂eq/ano têm obrigações MRV.
Hospedagem em território brasileiro, ROPA, canal ao titular e DPO designado.
Substitui a Lei 8.666/93. Suporta modalidades para contratos continuados.
Constituída como SocBen com cláusula expressa de finalidade socioambiental.
MRV nativo em padrão GHG Protocol + IPCC 2006. Cada decisão de produto obedece a um princípio: transformar a gestão de resíduos em ativo climático.
O cidadão e a operação de campo do recolhedor são sempre grátis e ilimitados — são eles que geram o dado. A receita vem de quem opera a frota e de quem precisa provar conformidade.
Você paga pelo caminhão — a unidade que fatura. A tripulação (operadores) entra ilimitada. Quanto maior a frota, menor o preço por veículo.
Contrato anual dimensionado pela população. As quatro primeiras faixas ficam abaixo do limite de dispensa de licitação (Lei 14.133) — a prefeitura contrata direto, sem pregão.
Operação visível. Cidade limpa. Resíduos viram dados. Dados viram impacto.
comercial@coletaki.eco.br
Para prefeituras, empresas privadas de coleta e consórcios intermunicipais.
parcerias@coletaki.eco.br
Para fundações, programas de fomento, fundos de impacto e empresas com agenda ESG.